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A escola (Rastilho)

Filme-Teatro do Oprimido construído a partir do grupo Rastilho que depois de ter desenvolvido um trabalho colectivo defende o espaço comunitário que funcionou no centro da vila.
O grupo apresentava-se assim: "O Rastilho é um grupo espontâneo, informal e experimental, sem duração definida e sem fins lucrativos que tem por objectivo promover a cultura de produção colectiva, formado por Adelaide Guimarães, Adriana Prazeres, Alexandre Moreira, Amanda Midori, Carla Costa, Carla Cruz, Eduarda Costa, Fernanda Assunção, Margarida Moreira, Maria Albina Leite, Maria Elisa Ferreira, Maria Fernanda Freitas, Maria Goretti Esteves, Maria de Lurdes Oliveira, Maria José Novais, Max Fernandes, Tomás Lemos, e todos os que vierem a contribuir para o desenvolvimento das suas actividades. Fruto de um processo de criação artística colectiva iniciado por Carla Cruz junto de um grupo já constituído - o Tecer Outras Coisas e mais alguns amigos e parceiros - o Rastilho nasce de uma vontade comum de expandir para a comunidade e para o espaço público as suas preocupações. Para as suas actividades, o grupo dá uso à Escola Primária do Bairro em Pevidém, na qual as duas salas de aulas do rés-do-chão - vazias desde que em 2010 as crianças foram transferidas para um novo pólo com melhores condições e recursos - são agora novamente preenchidas com actividades ligadas à aprendizagem, troca de conhecimentos e produção de saberes e cultura. O espaço habitado na Escola é de gestão comunitária, e foi idealizado e posto em marcha por este grupo inicial. De uso polivalente, o espaço modifica-se à medida das actividades programadas e espontâneas. Há, no entanto, que realçar que o Rastilho não é o espaço, é o grupo; é o movimento que vai de um para o outro, que procura compreender e partilhar. A Escola estará aberta ao público em geral enquanto participante e produtor de actividades culturais num ambiente descontraído e de respeito por todos os seres e o meio ambiente."


Aqui fica um excerto do filme:

Título: A escola (Rastilho)
Ano de produção: 2012-2015
Duraçã0: 63 minutos
Falado em português
Local: Fábrica Coelima e Auditório da Junta de Freguesia de S. Jorge de Selho
Produção do Rastilho: Capital Europeia da Cultura - Guimarães2012 com o apoio da Coelima
Apoio à produção do teatro-filme: Junta de Freguesia de S. Jorge de Selho
Câmara: José Almeida Pereira, Francisco Gouveia e Max Fernandes
Desenho de sombra projectada: José Almeida Pereira
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Visite o sítio da Internet da Carla Cruz sobre o Rastilho.
Visite o blogue do colectivo Tecer Outras Coisas.